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Terça-feira, 14 de Abril 2026
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Número de assassinatos no Brasil é o menor da série histórica em 14 anos, com tendência de queda maior ainda

O número caiu 7% no Brasil em 2021 na comparação com o ano anterior, de acordo com o índice nacional de homicídios do G1, baseado em dados oficiais dos 26 estados e DF.

Número de assassinatos no Brasil é o menor da série histórica em 14 anos, com tendência de queda maior ainda
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Número de assassinatos no Brasil é o menor da série histórica em 14 anos, com tendência de queda maior ainda.

 

 

O número de assassinatos caiu 7% no Brasil em 2021 na comparação com o ano anterior, de acordo com o índice nacional de homicídios do G1, baseado em dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em todo o ano passado, foram 41,1 mil mortes violentas intencionais registradas no país, 3 mil a menos que em 2020. Este é o menor número de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, iniciada em 2007, e dos levantamentos realizados pelo Monitor da Violência desde 2018.

Com a redução, o número de mortes volta ao patamar de 2019, quando foram registradas 41,7 mil mortes. Naquele ano, houve a maior queda da série, de 19%.

Estão contabilizados no número os crimes de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios (roubos seguidos de morte) e lesões corporais seguidas de morte.

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Tendência é de queda maior ainda

O último trimestre de 2021 aponta para uma tendência de queda ainda maior que nos meses anteriores. Entre outubro e dezembro de 2021, a redução dos assassinatos foi de 14,1%, em comparação com o mesmo período de 2020.

O aumento da comercialização de armas no país, após decretos e importantes mudanças na legislação promovidas pelo governo federal para reestabelecer o direito dos cidadãos a possuírem armas de fogo legalmente, coincide com a queda no índice de homicídios. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado no ano passado, o Brasil dobrou o número de armas nas mãos de civis nos últimos três anos.

Cenário quebra, mais uma vez, o mito de que quanto “mais armas, mais violência”

O cenário quebra, mais uma vez, o mito de que quanto “mais armas, mais violência” e evidencia uma maior proteção dos cidadãos com suas armas, o que pode ter contribuído para inibir a ação dos criminosos, além de medidas na área da segurança pública tomadas para controlar a violência, como uma maior aquisição de armamentos pelas instituições, entre outras.

"As estatísticas fraudadas e as projeções de entidades antiarmas agora foram desmascaradas. Assim como afirmei nos últimos 20 anos, a posse legal de armas de fogo pelos cidadãos de bem, além de aumentar a sua proteção, diminui a audácia e a segurança de quem está querendo cometer um crime. Antes, os criminosos tinham a certeza de que a vítima estaria desarmada e que todas as pessoas ao redor dela também. Hoje, existe um componente de incerteza, deixando os cidadãos de bem em uma situação de vantagem", afirma o presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (ANIAM), Salesio Nuhs.

Durante mais de duas décadas o Brasil assistiu a resultados contestáveis no que se refere aos efeitos do desarmamento para a segurança pública. O país chegou a apresentar um dos maiores índices de homicídios do mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), e taxa superior à de conflitos armados em países como o Afeganistão, a Somália, ou o Sudão.

 No entanto, foram promovidas mudanças nos últimos anos e alterações de normas no Brasil para reestabelecer o direito dos cidadãos a possuírem arma de fogo legalmente, direito este conquistado nas urnas em 2005 no referendo sobre o comércio de arma de fogo no Brasil.

Desde então, houve um grande avanço no que se refere ao comércio legal de armas de fogo no país e os resultados positivos continuam a aparecer, sugerindo um caminho que respeite o direito dos cidadãos a legitima defesa, que estimule o registro de armas de fogo/legalidade, e contribua para a redução da criminalidade no Brasil.

 

 

Fonte/Créditos: LRCA Defense Consulting

Redação

Publicado por:

Redação

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