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Em 2021, 574 estandes de tiro foram fiscalizados no país

As vistorias aos clubes onde se reúnem atiradores esportivos são de responsabilidade do Comando do Exército

Em 2021, 574 estandes de tiro foram fiscalizados no país
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Em 2021, 574 estandes de tiro foram fiscalizados no país

As vistorias aos clubes onde se reúnem atiradores esportivos são de responsabilidade do Comando do Exército.

 

 

Comando do Exército, responsável pelo controle de armas de atiradores esportivos, caçadores e colecionadores, fiscalizou 574 clubes de tiros em 2021. O debate sobre o porte de armas pelos chamados Cacs foi reaberto após vários homens fecharem uma rua em frente à um estande na Avenida Samdu Norte, em Taguatinga, na semana passada, para que uma mulher que ficou conhecida como “dama de vermelho” atravessasse a rua.

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A movimentação foi gravada em vídeo. A informação inicial é que o grupo armado teria registro de Caçador, Atirador e Colecionador (CAC). À Polícia Civil do DF (PCDF), o gerente do estabelecimento afirmou que as armas eram de pressão. No entanto, peritos criminais ouvidos pela coluna Na Mira apontam que as armas usadas são reais.

O artigo 6º do Decreto 10.629 de 2021, que baliza as regras para atividade de tiro esportivo, e, por consequência, dos clubes, estabelece que as armas podem ser usadas apenas dentro das dependências da agremiação.

“Os clubes e as escolas de tiro poderão fornecer a seus associados e clientes munição original e recarregada para uso exclusivo nas dependências da agremiação em treinamentos, cursos, instruções, aulas, provas, competições e testes de capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo”, afirma a lei.

Segundo o Exército, o orçamento gasto com a fiscalização dos estandes de tiro em 2021 no país foi de R$ 2.494.100. O efetivo mobilizado foi de aproximadamente 1,6 mil homens “diretamente envolvidos”, distribuídos em 220 organizações militares.

Além desse número, o Exército Brasileiro afirma ter empregado 8.220 militares em ações do tipo, para a realização de vistorias, inspeções e fiscalizações. No ano passado, 211 CACs foram autuados em decorrência de irregularidades ou infração.

Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação. O pedido foi feito pelo deputado federal Ivan Valente (PSol).

Veja o momento em que a “dama de vermelho” atravessa a rua escoltada:

Fonte: Instagram

 

Lei distrital facilita acesso a armas

No Distrito Federal, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promulgou legislação que facilita o porte de arma de fogo para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores. A Lei nº 7.065, de 17 de fevereiro de 2022, de autoria do deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), reconhece o risco da atividade e a efetiva necessidade do porte de armas de fogo ao atirador desportivo integrante de entidades de desporto.

“Muitas vezes, o CAC sai de sua casa e é abordado no caminho de sua casa para o clube. Se ele não tiver uma guia, que é a chamada guia de transporte, pode ser encaminhado para a delegacia e enquadrado como porte ilegal de arma”, disse Delmasso.

Fonte/Créditos: Metrópoles, por Celimar de Meneses e Caio Barbieri

Redação

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