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Os 5 piores clones do AK47

A família de fuzis de assalto AK é considerada como a arma ligeira mais espalhada no mundo. Porém, devido à sua simplicidade e solidez é também a arma mais copiada.

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Os 5 piores clones do AK47

 
 
A família de fuzis de assalto AK é considerada como a arma ligeira mais espalhada no mundo. Porém, devido à sua simplicidade e solidez é também a arma mais copiada. Aqui vêm as piores tentativas de replicar o sucesso do AKM.
 
 
Mikhail Timofeevich Kalashnikov o criador e a criatura
 
 
 
5. Type 86S (China) – © Foto: contractortalk.com
 
 
 
Embora o fuzil de assalto Type 56, uma cópia chinesa licenciada do AK, se tenha tornado uma das variantes de maior sucesso produzida no exterior, a versão Bullpup não conseguiu impressionar os grandes clientes e apenas foi vendida em quantidades limitadas para clientes privados. O fuzil é uma espécie de Frankenstein, utilizando componentes do AK, do FAMAS francês e do Steyr AUG austríaco.
 
 
4. PA Md.86 (Romênia) – © Foto: WIKIPEDIA/ MIRCEA87 PA Md.86
 
 
Conhecido como AIMS-74 no exterior, o Md.86 é muito incomum, pois é um desenvolvimento independente do AKM com calibre de 5,45 milímetros, introduzido nos países de Leste com o AK-74. Como resultado, o rifle pesa quase um quilo a mais do que os AKS-74 análogos. Além do mecanismo de disparo ultrapassado, o Md.86 tem guarda-mão de madeira, que ele herdou do md.65, apesar de não haver necessidade disso.
 
 
3. Kbk wz. 1988 Tantal (Polônia) – © FOTO: WIKIPEDIA/ ARTUR WAGNER/REMIGIUSZ WILK
 
 
 
A variante polonesa do AK-74 foi concebida para ser uma versão mais leve e mais moderna do fuzil. Infelizmente, tem um mecanismo de disparo mais complicado, o que leva a uma diminuição da fiabilidade (eram frequentes bloqueios e falhas de tiro).
 
O especialista em armas Igor Zenchuk disse ao canal de televisão russo Zvezda:
 
“Como resultado, entre 1990 e 1994, eles fizeram cerca de 25.000 dessas armas, depois felizmente encerraram o programa. Tanto quanto sabemos, a maioria destes fuzis “passeia” por todo o Oriente Médio, tendo os próprios poloneses mudado para armas dos países da OTAN. “
 
 
2. Tabuk (Iraque)
 
 
 
Este rifle na verdade é uma cópia da variante Iugoslava do AKM, conhecido como Zastava M70. Provavelmente a coisa mais incomum é a existência da modificação do rifle semiautomático de precisão que foi desenhado para satisfazer a necessidade de um rifle de precisão de curto alcance durante a guerra irano-iraquiana nos anos oitenta. Em si a instalação de um aparelho de pontaria de curto alcance num AK não é uma ideia ruim e os guias de sobrevivência e guerrilha urbana na URSS sugerem que é um bom meio para efetuar fogo supressivo de médio alcance. Porém, a sua versão semiautomática não dá benefícios reais em combate.
 
 
1. PA Md.65 (Romênia) – © FOTO: WIKIPEDIA/ KOALORKA
 
 
 
A forma extremamente incomum deste rifle não tem outras explicações senão um desejo de inovar. Segundo o especialista em armas Igor Zenchuk, “Se os estandardizados, porém altos, fuzis AK produzidos na União Soviética ou na Rússia podem ser usados sem problema nenhum, é preciso acostumar-se às versões romenas. Em primeiro lugar porque os romenos gostavam de experimentos desde 1965: faziam canos de formas estranhas, faziam o cano mais curto, faziam vários guarda-mãos inúteis. Não acho que tenha alguma coisa do bom velho AK nas versões romenas”.
 
 

Fonte/Créditos: Sputnik News Brasil

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