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Margens da Linha de Revólveres Taurus duplicam e se igualam às das demais armas

Entre outros resultados muito positivos, o primeiro trimestre de 2022 consolidou a participação da Taurus Armas no mercado mundial.

Margens da Linha de Revólveres Taurus duplicam e se igualam às das demais armas
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Taurus: margens da Linha Revólver duplicam e se igualam às das demais armas

Entre outros resultados muito positivos, o primeiro trimestre de 2022 consolidou a participação da Taurus Armas no mercado mundial. Além de continuar firme nos Estados Unidos, onde manteve seu nível de vendas e performou melhor que a concorrência, a empresa teve um aumento de 80% na quantidade de armas vendidas para o resto do mundo (desconsiderando-se o Brasil e os EUA).

Nos EUA, a nova fábrica seguiu, no decorrer desses últimos 12 meses, o seu processo de ramp up com sucesso maior que o previsto. Com capacidade instalada original estimada em 800 mil unidades/ano, a unidade produziu 216 mil armas no 1T22, volume 23,5% superior ao apurado no 1T21, totalizando 909 mil unidades produzidas nos últimos 12 meses. O complexo industrial tem ainda de cerca de 60% de sua área disponível, com espaço para ampliação da capacidade a partir de novos investimentos. 

A produção de armas da unidade brasileira no 1T22 foi de 358 mil unidades, o que representa aumento de 13,0% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior. A produção média diária no 1T22 foi de 9,0 mil armas/dia, considerando as unidades industriais do Brasil e dos EUA, volume 15,4% superior ao registro no mesmo período do ano de 2021.

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Em termos de vendas totais, foram 517 mil unidades de armas vendidas pela Taurus no 1T22, volume 3,8% superior ao registrado no 1T21. O fato é importante, pois neste último período, o mercado americano ainda estava sob o efeito da alta demanda "fora da curva".

Taurus performa melhor que a concorrência
Além de ter o menor custo de produção do mundo e um dos mais eficientes sistemas de vendas e de distribuição, isso se deve ao fato de, inquestionavelmente, a Taurus estar apresentando uma performance superior às suas principais concorrentes, tanto em vendas - já que passou a se constituir na maior vendedora de armas leves do mundo em 2021, como em suas margens, haja vista que sua margem EBITDA é igual ou até superior à margem bruta de muitas delas.

Margens da linha de revólver estão fazendo a diferença

A multinacional gaúcha está hoje focada em manter o forte desempenho operacional que tem apresentado em seus balanços nos últimos anos. Assim, para se adequar ao perfil de mercado atual, a empresa está ampliando a produção de revólveres, arma que se constitui em um produto clássico no qual é líder de produção no mundo. Diferente do segmento de pistolas, cuja demanda aumentou muito nos últimos dois anos e agora começa a se estabilizar, o revólver conta com um mercado mais estável, especialmente nos Estados Unidos.

Por ter antevisto esse movimento ainda quando o mercado americano de armas estava superaquecido, a Taurus investiu forte em novas máquinas e no treinamento/formação de recursos humanos envolvidos com o projeto chamado internamente de "Excelência Revólver", automatizando operações, racionalizando processos, diminuindo custos e otimizando seu sistema de vendas. 

Tal estratégia se mostrou um grande sucesso e já está fazendo diferença nos resultados da empresa, haja vista que as margens da Linha Revólver, que eram cerca da metade das demais armas, agora estão iguais. Com isso, a companhia ganha em lucratividade.

Em 2022, além dinamizar ainda mais o esforço de vendas, especialmente nos EUA, o foco da empresa é realizar o lançamento de produtos que tragam ainda melhores margens, visando atingir ou reforçar nichos específicos de mercado, contando também com tecnologias de ponta, como a inserção de grafeno e, inclusive, com o chamado "revólver mais barato do mundo".

Novos centros de usinagem horizontais Heller H 2000, para produzir armações

 

Centro de torneamento Index C100, para produzir tambores

 

O  elevado "novo normal" no mercado americano

Nos EUA, a intenção de compras de armas medida pelo número NICS ajustado de abril foi a 3º maior da história para o mês, o que mostra que a demanda por armas de fogo é constante e sustentada, embora abaixo dos totais de pico de 2020 e 2021, anos totalmente atípicos. 

O número de abril, de 1.359.908 (ajustado), continuou a sequência de mais de 1 milhão de verificações de antecedentes para a venda de uma arma de fogo ao longo de 33 meses, demonstrando que a indústria continua trabalhando para atender à forte demanda dos consumidores americanos.

Com essa longa sequência de meses nesse patamar, analistas americanos do setor acreditam que o elevado número de 1,3 milhão (ajustado) tenha passado a se constituir no "novo normal" para o mercado de armas de fogo dos EUA.

No 1T22, mesmo com o NICS variando em -23,8%, as vendas da Taurus nesse país se mantiveram praticamente no mesmo nível do 1T21. Como 2021 foi um período atípico, caracterizado por uma demanda "fora da curva", a performance do empresa no 1T22 evidencia e caracteriza uma maior presença da marca brasileira/americana no maior mercado consumidor de armas leves, contrariando as oscilações verificadas no NICS.

Outro fator relevante a considerar foi que, em 2021, 8,5 milhões de americanos adquiriram sua primeira arma e a tendência é que estes mostrem comportamento semelhante aos demais consumidores locais, ou seja, que continuem comprando mais armas depois da primeira. Além disso, as intenções de compra de 2022 já são 26% maiores do que os dois anos pré-pandemia.

 

Fonte/Créditos: LRCA Defense Consulting

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